cover
Tocando Agora:

Corpo de gaúcha esquartejada em SC pode levar 40 dias para ser liberado; família aguarda o velório

Delegado fala sobre morte de corretora de imóveis morta em Florianópolis A análise dos fragmentos encontrados do corpo da corretora gaúcha Luciani Aparecida...

Corpo de gaúcha esquartejada em SC pode levar 40 dias para ser liberado; família aguarda o velório
Corpo de gaúcha esquartejada em SC pode levar 40 dias para ser liberado; família aguarda o velório (Foto: Reprodução)

Delegado fala sobre morte de corretora de imóveis morta em Florianópolis A análise dos fragmentos encontrados do corpo da corretora gaúcha Luciani Aparecida Estivalet, morta e esquartejada em Florianópolis, pode levar até 40 dias para ser concluída, segundo a Polícia Científica, responsável pela perícia. A família aguarda a liberação do corpo para realizar o velório. As partes foram localizadas em Major Gercino, a mais de 100 km da Capital, dias após a família registrar o desaparecimento da vítima (relembre abaixo). A análise está na etapa final, que busca verificar possível presença de substâncias, como drogas ou medicamentos, no corpo. ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Suspeito de matar corretora em Florianópolis era 'vizinho de porta' da vítima e foragido em SP Erros de português em mensagens levaram família a registrar sumiço da gaúcha Como o corpo foi localizado de forma fragmentada, as diferentes partes dele foram encaminhadas à perícia em momentos distintos. Os procedimentos adotados, então, priorizaram a reunião e análise conjunta de todos os fragmentos. A partir dos exames realizados pela área de antropologia forense, foi possível estabelecer que todas as partes pertencem a um único indivíduo. Segundo a Polícia Científica, a adoção desse protocolo é fundamental para assegurar a precisão pericial e evitar múltiplos exames genéticos isolados, além de garantir que se trata de um único óbito. O procedimento também busca a restituição do corpo da forma mais completa possível, "evitando novas etapas de luto decorrentes de eventuais identificações posteriores de partes". Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime cometido contra a gaúcha: a administradora da pousada onde Luciani morava, um vizinho de porta da corretora e a namorada deste vizinho. A investigação segue em andamento. Luciani Aparecida Estivalet Freitas está desaparecida em Florianópolis Redes sociais/ Reprodução Expectativa por despedida A corretora não tinha familiares em Florianópolis e havia sido vista na cidade, pela última vez, em 4 de março, conforme o irmão Matheus Estivalet. O desaparecimento foi registrado em 9 de março. No dia 11, um corpo esquartejado foi encontrado em Major Gercino (SC). A Polícia Civil confirmou que os restos mortais eram de Luciani no dia 13. Desde então, a família busca velar o corpo de Luciani, segundo Matheus. De acordo com ele, há confirmação de que a despedida será em Canoas (RS). "Ainda não liberaram o corpo ou as partes para que possamos realizar um enterro, mesmo que seja de caixão fechado. Isso tem nos deixado ainda mais apreensivos", comentou ao g1. Desaparecimento Os parentes estranharam o fato de ela não atender ligações e perceberam uma série de erros gramaticais em mensagens enviadas pelo celular da corretora (veja imagem abaixo). Durante a investigação, a polícia também identificou compras feitas pela internet em nome da vítima, utilizando o CPF dela. "Tudo indica um crime patrimonial, de latrocínio, que tinha como objetivo ter vantagens. Tentar seguir com a vida da vítima, fazendo compras, aquisições, talvez até transferências de outros bens", afirma o delegado Anselmo Cruz. Mensagem suspeita acendeu alerta à família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas, desaparecida em Florianópolis Arquivo pessoal VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias